segunda-feira, 19 de dezembro de 2011

quarta-feira, 14 de dezembro de 2011

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Carta de um cão abandonado

Olá dono!


Faz hoje cerca de três dias desde que tu me abandonaste junto àquele lago no parque. Desde essa altura que tenho saudades tuas: das tuas festas e mimos, das nossos fins de semanas a ver televisão e dos nossos passeios quando me levavas a correr ao lado da tua bicicleta.
Nesses momentos, pensava no quanto feliz eu era e na sorte que tinha, que até chegava a pensar que nunca me ia separar de ti!
Mesmo assim fizeste uma coisa que só as pessoas sem coração conseguem fazer: abandonaste-me!
Quando o teu filho acabou a escola e foi viver para longe, eu ajudei-te a perceber que mesmo assim não estavas sozinho, e quando ficaste desanimado por estares desempregado, eu animei-te para não desistires de procurares novo emprego e no final conseguiste um ainda melhor!
Nestes três dias, eu pude pensar no que tinha feito de mal para me teres abandonado ali, no meio do parque, sem nenhuma explicação, depois de tudo o que tínhamos passado juntos.
Espero que depois de leres esta carta tenhas refletido na tua decisão, mesmo que não queiras mudar a tua opinião. Quero que saibas que mesmo que me tenhas esquecido, quando precisares de companhia podes sempre vir ao parque, porque vou estar sempre, junto ao lago, à espera que um dia apareças.

Beijos e adeus!

Inês Teixeira, 7ºB
Resumo do conto
” A Inaudita guerra da avenida Gago Coutinho”

O início do conto dá-se quando a musa da história, Clio, adormece e deixa cruzar dois fios da tapeçaria milenária da história respeitantes às datas de 9 de Setembro de 1448 e de 17 de Fevereiro de 1584. De seguida, já no desenrolar da acção, Ibn-el-Muftar, um líder mouro, que conduzia o seu exército para cercar lisboa, surpreso com a mudança de época e paisagem provocada por Clio, pensa estar sobre o efeito de um passe de magia cristã. O agente da PSP, Manuel Reis Tobias, que, no momento da chegada repentina do exército de Ibn-el-Muftar à Lisboa do século XX, estava de serviço, escondido atrás de um prédio, perto de uns semáforos onde era vulgar a sua transgressão, comunica uma mensagem ao posto de comando dizendo que havia uma manifestação não autorizada na Avenida Gago Coutinho e parte do Areeiro. Poucos minutos mais tarde, a polícia de intervenção rápida, ao tentar "limpar a avenida" é rapidamente desmobilizada ao ver que a cavalaria moura se preparava para investir contra eles. No entanto, o exército português chega, depois de ter sido pedido o seu auxílio pela PSP. O capitão Aurélio Soares das Forças Armadas Portuguesas cumprimenta Ibn-el-Muftar, depois de levantar um lenço branco.
Depois de se saudarem, Clio despertou do sono.
Ao reparar no que fez, Clio desfez o seu erro borrifando todas as pessoas do século XX e todos as Árabes, com água do rio Lestes.
Depois desse acontecimento todos voltaram ao respetivo tempo e local e ninguém sabia o que se estava a passar, nem o que faziam escondidos na avenida. O castigo de Clio foi ter ficado privada de ambrósia durante 400 anos.

Trabalho realizado por:
- Ana Morais, 8ºB, nº2;
- Cátia Pinheiro, 8ºB, nº7;
- Mariana Quaresma, 8ºB, nº15;
- Rafaela Sousa, 8ºB, nº19.